{"id":3530,"date":"2020-11-11T18:21:37","date_gmt":"2020-11-11T18:21:37","guid":{"rendered":"http:\/\/ubla.net\/?p=3530"},"modified":"2020-11-11T22:22:16","modified_gmt":"2020-11-11T22:22:16","slug":"ciudades-inteligentes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ubla.online\/pt\/ciudades-inteligentes\/","title":{"rendered":"Cidades inteligentes"},"content":{"rendered":"<p>As cidades inteligentes s\u00e3o uma nova forma de conceituar as cidades que se desenvolveram nos \u00faltimos anos. Este ranking considera diferentes vari\u00e1veis, entre as quais podemos destacar: capital humano, coes\u00e3o social, economia, gest\u00e3o p\u00fablica, meio ambiente, mobilidade e transporte, planejamento urbano, proje\u00e7\u00e3o internacional e tecnologia. O \u00edndice de cidades em movimento do IESE da Universidade de Navarra em 2018 declarou Nova York como a cidade mais inteligente do mundo. No caso da Am\u00e9rica Latina, a melhor pontuada \u00e9 Buenos Aires, que est\u00e1 na posi\u00e7\u00e3o 76. Das cento e sessenta e cinco cidades do mundo que comp\u00f5em este ranking, duas s\u00e3o equatorianas: Quito na posi\u00e7\u00e3o 140 e Guayaquil na 150. O trabalho acad\u00eamico que come\u00e7ou h\u00e1 cinco anos busca reconhecer, estimular e desafiar as melhores pr\u00e1ticas que tornem as cidades ambientes agrad\u00e1veis para se viver, trabalhar e desfrutar. Os desafios, por sua vez, est\u00e3o \u00e0 vista, destacando-se as dificuldades na mobilidade, o envelhecimento da popula\u00e7\u00e3o, o aumento da desigualdade, a persist\u00eancia da pobreza ou a polui\u00e7\u00e3o, entre muitos outros desafios. Os compromissos de muitas cidades em trabalhar nesses campos s\u00e3o refletidos nas mudan\u00e7as experimentadas. Vancouver, Barcelona, M\u00e1laga e Medell\u00edn s\u00e3o casos recentes de estudos em que se observam melhorias significativas. Guayaquil, por sua vez, entrou em contato com esta \u00faltima cidade para entender o ecossistema que, ao vincular atores p\u00fablicos e privados, gera um ambiente favor\u00e1vel para as cidades inteligentes. O munic\u00edpio de nossa cidade iniciou uma nova proposta \"\u00c9pico\", uma empresa p\u00fablica para gest\u00e3o de inova\u00e7\u00e3o e competitividade, onde se pretende desenvolver um ecossistema capaz de integrar as diferentes vari\u00e1veis que influenciam o ambiente de crescimento e desenvolvimento das cidades. Uma proposta que reconhece o valor dos diferentes atores sociais. Ningu\u00e9m pode faz\u00ea-lo sozinho, \u00e9 necess\u00e1rio o envolvimento de cada ator, entre eles, a igreja. O desafio para as igrejas do s\u00e9culo XXI \u00e9 reconhecer-se como atores principais na cidade, onde sua contribui\u00e7\u00e3o a partir da f\u00e9, compartilhando valores fundamentais para uma sociedade que, em busca do progresso, muitas vezes se desumaniza. A igreja que, recriando os imagin\u00e1rios, ousa acompanhar as necessidades muito sentidas pelos diferentes conglomerados, entendendo que o cen\u00e1rio est\u00e1 sempre mudando, o fundamento a partir do qual \u00e9 abordado n\u00e3o permanece intacto. Ousar ser igreja na comunidade \u00e9 o desafio, sendo capaz de incentivar as comunidades de f\u00e9 a repensarem suas formas, reconhecendo que o evangelho sempre ser\u00e1 pertinente e relevante para qualquer \u00e9poca. Faz\u00ea-lo \u00e9 a decis\u00e3o daqueles que n\u00e3o querem passar despercebidos e se comprometem a fazer a sua parte por amor \u00e0 sua cidade. As cidades precisam do evangelho. Um evangelho acolhedor e menos sistematizado, um evangelho de relacionamentos espont\u00e2neos e menos estruturados, um evangelho para o aqui e agora e menos para o al\u00e9m.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Un evangelio para la vida plena y abundante<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As cidades inteligentes s\u00e3o uma nova forma de conceituar as cidades que t\u00eam se desenvolvido nos \u00faltimos anos<\/p>","protected":false},"author":2,"featured_media":3544,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0},"categories":[76],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ubla.online\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3530"}],"collection":[{"href":"https:\/\/ubla.online\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ubla.online\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ubla.online\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ubla.online\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3530"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/ubla.online\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3530\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3535,"href":"https:\/\/ubla.online\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3530\/revisions\/3535"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ubla.online\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/3544"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ubla.online\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3530"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ubla.online\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3530"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ubla.online\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3530"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}